domingo, 27 de dezembro de 2009

Ontem fui dormir negando a mim mesma que isso era realidade. Tentei esquecer da partida e agi da forma mas natural possível. O relógio despertou pela manhã e eu não queria abrir os olhos, mas nem sempre querer é poder. O silêncio estava corroendo os meus ossos, mas não havia o que dizer. Tentei ser forte até onde pude. Quando entrei no carro e percebi que ela iria realmente embora, o desespero veio me dando um tapa sem mão. E então ela se foi... minha irmã, melhor amiga, mãe, alma gêmea, cúmplice ... muitas em uma só. Eu sei que em breve irei vê-la e que esse sentimento de irmandade não irá desaparecer. Mas é inevitável esse sentimento de dor, de perda. Não sei explicar. E não existe, palavra alguma que possa me confortar, porque ela se foi levando uma parte de mim...

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